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J & R OdontologiaEspecializada

Implantodontia

Implante dentário em Belo Horizonte

O implante dentário devolve a raiz do dente perdido por meio de um pino de titânio integrado ao osso. Sobre ele é instalada a coroa, que reproduz a forma e a função do dente natural. É uma solução fixa, que não desgasta os dentes vizinhos e ajuda a preservar o osso da região.

Modelo anatômico transparente mostrando um implante de titânio instalado na arcada

Como funciona o tratamento

O tratamento começa por uma avaliação clínica e por exames de imagem que mostram a altura, a espessura e a densidade do osso disponível. Esse levantamento define se o implante pode ser instalado de imediato ou se é necessário preparar a região antes.

Instalado o pino, inicia-se a osseointegração: o processo biológico em que o osso adere à superfície do titânio. Ele costuma levar de três a seis meses, variando conforme a região da boca e a resposta individual. Só depois dessa consolidação a coroa definitiva é instalada.

Durante todo o período, o paciente não fica sem dente: são utilizadas soluções provisórias, fixas ou removíveis, escolhidas caso a caso.

Avaliação e planejamento
Exame clínico, radiografias e, quando indicado, tomografia computadorizada para planejar a posição de cada implante.
Preparo prévio, quando necessário
Enxerto ósseo ou levantamento de seio maxilar em casos de perda óssea acentuada.
Instalação do implante
Procedimento cirúrgico realizado sob anestesia local, em ambiente clínico.
Osseointegração
Período de integração entre osso e implante, acompanhado em consultas de controle.
Coroa protética
Confecção e instalação da coroa definitiva, ajustada em cor, forma e mordida.

Quando o implante é indicado

A indicação vai muito além da estética. A ausência de um dente altera a distribuição das forças da mastigação, e os dentes vizinhos tendem a se inclinar para o espaço vazio com o passar do tempo. O osso da região, sem o estímulo da raiz, também perde volume progressivamente.

Por isso, avaliar precocemente a reposição de um dente perdido costuma simplificar o tratamento e preservar mais estrutura.

Reabilitação de arcadas completas

Quando a perda dentária é extensa, a reabilitação pode ser feita com próteses fixas apoiadas sobre um número reduzido de implantes — os chamados protocolos — ou com overdentures, próteses removíveis que se encaixam sobre implantes e ganham estabilidade bem superior à de uma dentadura convencional.

A escolha entre as alternativas depende do volume ósseo, das condições de saúde geral, da higiene e da rotina de cada paciente. Todas são discutidas em consulta, com as vantagens e limitações de cada uma apresentadas antes de qualquer decisão.

Cuidados e manutenção

O implante não desenvolve cárie, mas o tecido ao redor dele adoece. A peri-implantite é uma inflamação que atinge a gengiva e o osso de sustentação e é a principal causa de perda tardia de implantes.

A prevenção depende de higiene diária consistente — incluindo a limpeza entre os elementos — e de consultas periódicas de manutenção. Pacientes fumantes ou com diabetes descompensada exigem acompanhamento mais próximo, e isso é conversado abertamente durante o planejamento.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre implantes e reabilitação

O implante dentário dói?

O procedimento é realizado sob anestesia local, de modo que não há dor durante a cirurgia. No pós-operatório é comum haver desconforto, inchaço e sensibilidade por alguns dias, controlados com a medicação prescrita e com orientações de repouso e alimentação.

Quanto tempo leva o tratamento completo?

Da instalação do implante à coroa definitiva, o intervalo costuma variar de três a seis meses, tempo necessário para a osseointegração. Casos que exigem enxerto ósseo demandam etapas adicionais. O prazo estimado para a sua situação é informado após a avaliação clínica e os exames de imagem.

Quem tem pouco osso pode fazer implante?

Em muitos casos sim, com preparo prévio da região. Técnicas como enxerto ósseo e levantamento de seio maxilar recuperam volume suficiente para receber o implante. A viabilidade é determinada pela tomografia e pela avaliação clínica.

Diabéticos e fumantes podem fazer implante?

Não são impedimentos absolutos, mas exigem cuidado adicional. Diabetes descompensada e tabagismo estão associados a maior risco de complicações na cicatrização e de peri-implantite. O quadro de saúde é avaliado antes do planejamento e, quando necessário, o tratamento é articulado com o médico que acompanha o paciente.

Quanto tempo dura um implante?

Implantes têm alta previsibilidade quando bem indicados e bem mantidos, e podem permanecer em função por muitos anos. A durabilidade depende da higiene diária, das consultas de manutenção e de fatores individuais de saúde — por isso não é possível prometer um prazo fixo.

É possível colocar o dente no mesmo dia?

Em situações específicas, com osso e estabilidade adequados, é possível instalar uma coroa provisória logo após a cirurgia — a chamada carga imediata. A indicação é restrita e definida durante o planejamento, nunca de forma automática.

Quer avaliar implantes e reabilitação?

A avaliação define o que precisa ser feito, em que ordem e por quê. Sem exame clínico e imagens, qualquer estimativa seria chute.

Horário
Segunda a sexta, das 8h às 18h